
sábado, janeiro 17, 2009
domingo, janeiro 04, 2009
sexta-feira, julho 18, 2008
Rua Jardim do Regedor 37-45
Em pleno verão, o calor torna-se ameno ao fim do dia e o que sabe mesmo bem é encontrar uma boa esplanada, rodeada de amigos e apreciar o momento. Fomos jantar a este restaurante há alguns meses a convite de um amigo, e um pouco a custo lá fomos, por ser uma zona muito turística e de facto repleta deles, e a propósito de esplanadas, ficamos cá fora.
Um bom aperitivo, uma pizza fantástica...não provava uma tão boa há muito e põe a um canto sem dúvida alguma a minha anterior de eleição...sobremesa e claro um bom vinho.
Aqui fica uma sugestão: Ristorante Valentino.
quarta-feira, julho 16, 2008
Rua da Alfândega, 120
Ouvi falar pela primeira vez da "Castella" num programa da rtp2 que dá ao domingo de manhã sobre interculturalidades em Portugal.
Tomoko, japonesa, estudante de agronomia, cedo se interessou pelos sabores e tradições antigas e encontrou em portugal um ponto de partida e juntamente com o seu marido, Paulo, português, pasteleiro partiram para o japão e aperfeiçoaram o conceito que hoje é o nome do próprio estabelecimento - "Castella do Paulo".
O pão-de-ló japonês (Castella) levado pelos portugueses no século XVI e agora de volta mas com um sabor mais "oriental".
Conheço este salão de chá luso-nipónico há cerca de dois anos e faz parte do meu itenerário de fim-de-semana, agora a viver no centro de Lisboa, tudo fica a uma ou duas paragens de metro.
Para além do pão-de-ló existem outras surpresas japonesas: bolos e chás e claro também tem pastelaria portuguesa.
sexta-feira, junho 20, 2008
terça-feira, junho 17, 2008
terça-feira, junho 10, 2008
Viva a sardinha!
Junho...festas populares...marchas...bairros...pessoas...música...as ruas impregnadas com o cheiro de sardinhas assadas e pimentos...daquelas que nos vendem os próprios moradores...que montam a sua esplanada e feito está o arraial.
Gosto da festa em alfama, das ruas preenchidas pela confusão de gentes que procuram o arraial, a música, a bebida...num mar de confusão come-se a sardinha assada, bebe-se a sangria e absorve-se o momento nos primeiros dias de calor do ano.
Vivo há um ano na freguesia de S.João e à noite já se sente o cheiro da sardinha assada....nas traseiras do prédio, nos logradouros abertos ouve-se o convívio das noites amenas e mais uma vez o cheiro da sardinha...e....o grito do povo...goooooooolo portugal.
Não gosto de símbolos, das bandeiras penduradas, do inesperado patriotismo que se revela no mais básico de nós, das rimas brejeiras, das fatiotas pomposas, do prato típico e das ruas cheias de turistas....mas no conjunto e nesta altura do ano tudo parece fazer sentido e assim numa apoteose kitsch lá vou eu também divertir-me...bem sei que é uma contradição...mas eu até gosto de sardinha assada, de preferência no pão, e depois qual é o mal?
Viva a sardinha!...a propósito o novo grafismo é absolutamente delicioso....as ilustrações são geniais...gosto particularmente da sardinha origami....bem...sou suspeita claro.
E aqui fica o post #100!
segunda-feira, maio 19, 2008
In the Air

Não uso relógio há mais de uma década e nos últimos meses surgiu-me a vontade de voltar a usar...o problema é sempre encontrar o modelo, a forma, a cor que faça o "click".
Não sou fanática por marcas, mas foi na "swatch", que arrasta legiões pela originalidade dos seus modelos, onde encontrei o "in the air", um motivo muito ilustrado, colorido, alegre e super divertido.
Talvez este seja o primeiro de muitos outros...
domingo, abril 20, 2008
sábado, abril 19, 2008
ONE ART
The art of losing isn't hard to master;
so many things seem filled with the intent
to be lost that their loss is no disaster,
Lose something every day. Accept the fluster
of lost door keys, the hour badly spent.
The art of losing isn't hard to master.
Then practice losing farther, losing faster:
places, and names, and where it was you meant
to travel. None of these will bring disaster.
I lost my mother's watch. And look! my last, or
next-to-last, of three beloved houses went.
The art of losing isn't hard to master.
I lost two cities, lovely ones. And, vaster,
some realms I owned, two rivers, a continent.
I miss them, but it wasn't a disaster.
Even losing you (the joking voice, a gesture I love)
I shan't have lied. It's evident
the art of losing's not too hard to master
though it may look like (Write it!) a disaster.
a poem by Elizabeth Bishop (1911 - 1979)
so many things seem filled with the intent
to be lost that their loss is no disaster,
Lose something every day. Accept the fluster
of lost door keys, the hour badly spent.
The art of losing isn't hard to master.
Then practice losing farther, losing faster:
places, and names, and where it was you meant
to travel. None of these will bring disaster.
I lost my mother's watch. And look! my last, or
next-to-last, of three beloved houses went.
The art of losing isn't hard to master.
I lost two cities, lovely ones. And, vaster,
some realms I owned, two rivers, a continent.
I miss them, but it wasn't a disaster.
Even losing you (the joking voice, a gesture I love)
I shan't have lied. It's evident
the art of losing's not too hard to master
though it may look like (Write it!) a disaster.
a poem by Elizabeth Bishop (1911 - 1979)
sexta-feira, março 07, 2008
Dança do dragão
Mais um "do it yourself" da Tammy Yee....a Dança do Dragão em ponto pequeno.Verdadeiras obras de arte ganham vida e trazem bons augúrios numa dança ancestral...
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
domingo, janeiro 13, 2008
Bom Ano 2008
Novos desafios, novas oportunidades, novas decisões, gosto de pensar em cada novo ano desta forma, enfim acho que é universal para todos, mas entre o dizer e fazer vai um pequeno grande passo.
No ano já passado, velho e acabado, ficaram muitas para trás e por fazer, apesar de as apregoar constantemente, e não as quero agora deixar esquecidas.
Do Natal ao Ano Novo fiquei de cama, com gripe, um descarregar das energias de todo um ano muito atribulado e quase tudo reflectido na mudança para a casa nova.
A Passagem de Ano foi calma, a três, cinco a contar com os minhás, cá em casa. Ficou um desejo muito simples - calma, mais calma e não deixar de fazer o que quero e sinto.
Começei a ler um livro de Voltaire, o “Cândido ou O Optimismo” e já quero ir ver a peça que vai estrear no teatro Maria Matos a 24 de Janeiro.
Inscrevi-me no ginásio. Ando toda partida mas feliz porque foi uma meta muito difícil de chegar.
Reorganizei o meu guarda-roupa todo. O que já não usava de há dois anos para cá foi para dentro de um saco, dois, três, perdi a conta! Tenho quase tudo novo, agora já só faltam as caixas de sapatos.
Estar mais tempo com as pessoas que realmente interessam, com aqueles que fazem parte da minha vida, não os que aparecem e desaparecem, andamos todos muito preocupados com os nossos problemas, eles fazem parte dela e já percebi que cada dia há sempre algo novo a acontecer ou por resolver. Por isso em vez de os ignorar, há que os enfrentar e resolver, porque realmente não há outra solução.
Voltei a ouvir a minha música que andava esquecida no fundo do gavetão da sala.
Temos cá em casa dois novos gadgets, um de cada cor. O meu vai todos os dias comigo para o trabalho e seja em “cover flow” ou em “shuffle”, é usado pelo menos 2 a 3 horas, nos momentos em que estou a desenhar uma nova via, um novo edifício, a fazer um 3d ou a pensar no novo espaço exterior para a igreja que a Margarida está a projectar.
Para quem não me conhece sou arquitecta, arquitecta urbanista e é esse o meu desafio todos os dias – pensar e desenhar a cidade em conjunto com uma equipa que faz parte da minha vida há cerca de 8 anos.
Adoro fazer ilustrações e tirar pequenas histórias delas, os meus origamis completam-me e no entanto têm sido esquecidos e as histórias também.
Enfim, o que fica disto tudo, resume-se nestas quatro palavras “renova a tua vida” neste novo ano, que para mim quero que seja um novo começo.
BOM ANO A TODOS!
terça-feira, outubro 09, 2007
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